Monsunity.com: Monsunity fala com Tom Kaulitz!

Sem querer se gabar, mas aonde a Monsunity vai, ninguém consegue ir!

Temos o prazer de oferecer uma mundialmente exclusiva entrevista telefônica que tivemos com Tom Kaulitz. Como nós nos conhecemos, acredito que isso correrá pelos fóruns como fogo, mas vamos deixar claro que a autoria é da Monsunity, sem fins lucrativos, cuja doutrina sacerdote é dedicada a percorrer o planeta espalhando o amor e devoção ao Tokio Hotel.

A informação não é nada de muito bom, mas se isso cai nas mãos da Bravo, poderiam encher 5 exemplares.
Ao ponto:

Monsunity: Olá Tom! Para começar, muito obrigado por ter nos atendido neste momento em que, se não me engano, devem ser 8 da manhã em Los Angeles. Como vai tudo? Lemos muitas coisas à respeito do processo de gravação do novo álbum, e você sabe que é um assunto importante para os fãs, que não param de perguntar. Recentemente, falamos com XXXXXXX que comentou conosco que talvez para a próxima Tour você estava considerando a possibilidade de vender os direitos da turnê para a agência XXXXXXXXXX que tinha feito uma boa oferta e estava responsável por fechar as datas. Também chegou aos meus ouvidos que você poderia fazer um Residency (realizando diversos shows em uma mesma sala, numa determinada cidade, de modo que, em vez de mover os músicos, os fãs que teriam de mover os traseiros)
…

Tom: Como? Não entendi muito bem…

Monsunity: Sim, eu disse que se é verdade que você está planejando alguma mudança para a próxima turnê?

Tom: …mhhh, …Baltasar, se não se importa, poderíamos conversar em outro momento. Agora não consigo pensar direito, para ser honesto.

Monsunity: Bem… Sim, talvez seja um pouco cedo. Me desculpe, conversamos outro dia.

Tom: Sim, tio, outro dia…

Monsunity: Mande um oi para o loiro e para o Jost quando vê-lo, e diga por mim: “O campo estará verde, deve ser primavera…”.

Tom: Verde?

Monsunity: Sim, eu amo verde…

Tom: Ok tio, até outro dia, desculpe…

Monsunity: Tchau querido…

Fonte.
Texto traduzido por Jacqueline. Se copiar dê os devidos créditos ao THBR e à tradutora.


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