billy

Quando você estava no ensino médio, você provavelmente se lembra de ter adicionado a letra “Monsoon” do Tokio Hotel no seu perfil do AIM. O que você provavelmente não sabia é que o Tokio Hotel faz músicas desde 2001, e seus sucessos americanos como “Monsoon” foram originalmente escritos em alemão.
Hoje, Tokio Hotel está vivo e, bem, com um vocalista cujo cabelo está mudando mais rápido do que agenda lotada da banda. No entanto, entre seus álbuns, Billy Kaulitz decidiu dar aos seus fãs, ou “Aliens”, um deleite com um projeto solo que será lançado no dia 20 de maio. O primeiro single, “Love Don’t Break Me”, foi lançado na semana passada, e é seguro dizer que o resto do EP vai ser tão emocional e sexy. Nós conversamos com Billy sobre seu novo projeto solo, sobre ser um romântico incurável, e festas secretas no Coachella.

Você disse que seu projeto solo, BILLY, é sobre a experimentar o seu próprio som. Por que isso foi um momento perfeito para fazer um álbum solo para você?
Bill: Eu não tenho certeza se este é o momento “perfeito”. Venho trabalhando nisso há um bom tempo e eu nunca tive um plano real para lança-lo de fato. Eu estava em turnê o ano passado todo e isso é uma especie de “entre álbum” com a banda, então eu tive tempo para realmente me concentrar nisso, eu acho. As coisas simplesmente vieram juntas e parecia certo fazer isso. Eu me sinto pronto para isso. A energia é certa.

Você arrasou em algumas roupas para o Coachella, onde você obtém seu estilo? Onde são seus lugares favoritos para fazer compras?
Bill: Eu me inspiro de todos os lugares, principalmente viajando. Nós viajamos por todo o mundo e ver todas essas diferentes culturas, cidades e pessoas é o mais inspirador. Nova Iorque sempre vai ser a cidade da moda numero um, apesar de tudo. Eu amo apenas andar e absorver. A arquitetura, as festas, as pessoas. É certamente o espírito de Nova Iorque tem. Eu sempre me sinto como se eu me tornasse uma pessoa diferente quando eu estou lá. Os filmes vão sempre me inspirar mais, eu acho. Eu tenho um milhão de imagens no meu laptop de Mad Max, Ligações Perigosas, Direito de Amar, Labirinto, ELA, etc… A lista continua. Mas, também é apenas a vida em geral. Quando entro em meu closet eu lhe deixo me inspirar todas as manhãs. Eu me visto como quero para seguir o dia. Sempre se resume a meu humor e eu nunca planejo com muita antecedência. Tudo acontece de forma muito espontânea. A moda é um sentido da vida. É como ela faz eu me sentir. Se eu quiser me sentir quando eu entro em uma reunião séria de negócios, eu pegar o meu J.Mendel favorito, calça de cintura alta com uma camisa branca do Karl Lagerfeld e uso meus sapatos favoritos do Saint Laurent com um longo casaco de couro vintage jogado sobre o meu ombros. Quando eu estou me sentindo cansado, uma merda, e estou de ressaca, eu uso tudo branco no dia seguinte para iluminar o meu dia. É assim que eu funciono. Coachella é muito divertido! Provavelmente é minha época favorita do ano e eu gosto de me vestir para isso. Mas, novamente, eu chego com 3 malas gigantes e decido o que vou vestir nos dias do festival. É tudo sobre sentimento e estar confortável com você mesmo.

Qual foi a melhor festa de Coachella que você presenciou?
Bill: As melhores festas são os que não estão listadas e que não têm um flyer comercial. O melhor deste ano foi provavelmente o The Weeknd que estava tocando nesta linda casa louca até as 08:00. Os únicas festas oficiais que vou todo ano é a festa “Neon Carnival” e “hang Revolve thing” , no local que costumava ser a festa da Lacoste. Essas são sempre divertidas.

Você postou no intagram uma foto da luz LED do Tinder no Coachella, o que você pensa sobre esse aplicativo?
Bill: Acho que o Tinder no nosso mundo não se tornou algo que significa que seja ruim. Veja, eu adoraria pessoas para conhecer o jeito Old School, ir para uma festa ou um restaurante agradável. Eu acho que toda a nossa vida se tornou muito ocupada e há muitas pessoas lá fora que não querem perder muito tempo flertando com a pessoa errada, e eu entendo isso! Encontrar o caminho certo é a p**ra de um desafio e o Tinder, pelo menos, te da alguma ajuda classificando os melhores candidatos. Eu sou um romântico incurável, tão brega quanto parece. Eu ainda quero ir com alguém em algum lugar e comprar mantimentos e ter um amor mágico a primeira vista e ficar juntos para sempre, mas quem sabe se isso vai acontecer? Eu não tenho tido muita sorte até agora, então estando bêbado no Neon Carnival, até mesmo o Tinder parecia atraente para mim.

Como um romântico incurável, você acha que a nossa geração se tornou um pouco cínica quando se trata de encontrar o amor?
Bill: Eu acho que sim! Mas eu não culpo ninguém. Eu acho que, no fundo, todos nós estamos olhando para a mesma coisa, mas não estamos cientes disso. Há um tempo para tudo. Se você estiver em uma fase em que você sente vontade de fazer piada e brincar, ficando com qualquer um, então isso que vai ser. Se você acha que não existe algo como o amor verdadeiro, porque você só teve seu coração partido, então compreenda isso. Eu tenho um milhão por cento de certeza de que estamos todos aqui apenas porque queremos ser amados, amados verdadeiramente, se isso vai acontecer para nós ou não. O amor tem tantas formas. Não é só romântico ou físico. No final, somos todos humanos. Está em nossos genes dar e receber amor.

Qual é o lugar mais louco que você já fez sexo?
Bill: Na piscina publica do hotel. Eu sou tedioso?

O quão você mudou como artista desde a formação do Tokio Hotel em 2001?
Bill: Eu acho que acabei evoluindo e aprendendo como todo mundo. Em 2001 eu não sabia nada sobre coisa nenhuma. Eu era um menino inocente que sonhava estar no palco e ficar fora da escola o mais cedo possível. Quando meu primeiro disco saiu eu tinha 15 anos de idade. Isso mostrou uma vida diferente. Acho que todo mundo pode se identificar com isso. Quem está lendo isso agora, você ainda se identificam com você mesmo com 15 anos de idade? Acho que não. A diferença é que todos os erros e todas as coisas que você não quer que as pessoas vejam, você pode ver sobre mim. Eu cresci aos olhos do público. Sinto como se fosse diferente hoje, mas também o mesmo. Eu aprendi muito sobre a indústria, talvez até demais, não o suficiente sobre o amor. Ainda tentando descobrir isso, mas eu diria que eu sou melhor do que eu era antes artisticamente. Estou feliz com o que estou fazendo e sei como canalizar minha criatividade e como lidar com isso. Isso nem sempre foi o caso quando eu era criança.

Voltando a 2014, você escreveu sobre “amar quem te ama de volta” e gênero não ser um fator, você acha que a nossa sociedade se tornou mais adepta essa ideia hoje? Ou ainda temos um longo caminho a percorrer?
Bill: Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas temos também percorremos um longo caminho. Eu acho que é muito na moda aceitar sobre “gênero não importa nada.” é deprimente isso ser legal e moderno, mas para dizer, na verdade, que é algo totalmente diferente. Eu conheço uma menina que uma vez foi minha amiga. Ela vem de uma família muito religiosa e ela sempre fingiu que era tão aberta e amorosa e não tinha nenhum problema com relacionamentos do mesmo sexo e é tudo isso. Isso era só foi verdade até que ela descobriu que um cara que ela gostava, estava com um cara. Ela não conseguia lidar com o fato de que um cara de que ela gostava sexualmente, gostava igualmente de homens, ela se perdeu completamente e se apavorou. Ela mostrou suas cores verdadeiras e ficou insultando e disse coisas muito decepcionantes e horríveis. O engraçado é que hoje eu a vejo postando coisas pró-gays e coisas sobre relações do mesmo sexo, dando like em publicações gays dos outros o que é triste porque ela não quer dizer isso. Ela acha isso “grosseiro”, mas ela gosta da imagem de apoiar isso.

Quanto o amor é visto de forma diferente na Alemanha do que nos Estados Unidos?
Bill: Eu não acho que ele é, não que eu saiba. Eu acho que o amor é o mesmo em todos os lugares. Ele nos faz o mesmo. Ele une. É isso que é tão bonito sobre ele.

Como você tem superado seu maior “coração partido”?
Bill: Eu ainda estou tentando, todos os dias.

Você cresceu com a música, e disse ter começado a escrever musicas com o seu padrasto aos 7 anos, você poderia ver a si mesmo namorando alguém que não compartilhe da mesma paixão pela música?
Bill: Eu acho que sim. Quero dizer, seria importante me sentir apoiado pelo meu parceiro, e que eu amo o que faço, mas se eles não estão na musica, tudo bem. Estou sempre atraído por contrastes. Eu gosto se alguém pode me mostrar um mundo totalmente diferente e me tire da minha cabeça. Eu não poderia namorar outro músico controlador psicopata que viaja o mundo e se preocupa com tudo como eu. Faz-me rir! Isso é mais importante.

Qual é a coisa mais louca que uma fã já disse ou fez para você?
Bill: Tem uma mulher que tem retratos meus tatuados por todo o corpo. Literalmente com cada penteado que eu tive … e eu tive muitos. Eu acho que é muito intenso.

Fãs dos Tokio Hotel se chamam de “Aliens”. Se você fosse um alienígena, em que planeta você viveria com e por quê?
Bill: Provavelmente um que nós ainda não descobrimos. Há tanta coisa lá fora que não conhecemos. Estou certo de que há um outro planeta que é como nossa terra ou mesmo melhor. Falar sobre isso me deixa animado. Se pensarmos sobre o fato de que temos descoberto menos de cinco por cento do nosso oceano, isso nos diz o quão sabemos em geral. Nós não temos sequer uma ideia do que está realmente acontecendo com o nosso planeta. Estou convencido de que os Aliens vivem na terra. Eles estão aqui com a gente. É muito possível que eles vivam lá nos 95% que ainda não descobriram. Eu quero estar aqui quando fizerem contato. Esse é um dos meus maiores sonhos.

Fonte.
Texto traduzido por Vivian. Se copiar, dê os devidos créditos ao THBR e à tradutora.

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